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Se o fiscal falta, o caminhão não sai
A emissão de CT-e e MDFe ainda depende de uma pessoa na fila da SEFAZ. Quando ela atrasa, a doca espera. A rotina tenta emitir e avisa só o que quebrou.
O menino do fiscal emite, corrige rejeição e reenvia. O trabalho é sujo e repetido. O risco é a fila parar quando ele falta, não o software em si.
Trocar o emissor não resolve, porque eles já pagam um. O que falta é a tentativa automática e a rejeição separada, com gente olhando só o que quebrou.
A máquina tenta, gente assina
A rotina não emite CT-e sozinha quando o caso é duvidoso. Ela tenta, separa a rejeição e espera o fiscal. Dinheiro e documento não saem sem uma pessoa.
- A gente não troca o emissor que vocês já usam.
- A gente não promete automatizar o fiscal inteiro.
- A fila deixa de depender de uma caixa de e-mail.